quinta-feira, 26 de março de 2009

27.03.09

Acordo para uma aula cheia de historicismos, onde uma freira recebe um francês no seu quarto do convento. O francês, homem como é, volta para a sua terrinha, abandonando-a. A freira, mulher como é, apaixona-se e escreve as suas mágoas e o seu amor em cartas por ele recebidas. Mais tarde encontram-se as cartas em França e a rapariga fica conhecida internacionalmente, espalhando a sua fama através das cartas, de imagens com as suas intimidades à mostra e do próprio convento que guardou as grades do seu quarto, grades que não deviam ser assim tão pequenas para segurar esta mulher!

Caminho pelas ruas antigas e gastas até ao verde que envolve Santa Clara-a-Velha. Está aberta ao público e dá a conhecer a sua história. Consegue-se perceber bastante bem a evolução da igreja, sendo esta uma igreja conventual feminina e estando, por norma, separada entre o lado das freiras e o lado do povo, obrigou a uma subida de pavimento devido às cheias do rio Mondego. As freiras foram aguentando as péssimas condições subindo cada vez mais o piso até serem completamente impossibilitadas e mudando-se para Santa Clara-a-Nova.

Despeço-me da exposição do mês de Marrocos do Galerias de Santa-Clara e trago uma parte comigo!



Corro no JorkyBall que nem uma desvairada! Chuto a bola, chuto o chão, chuto o pé. Corro, páro, finto, atiro. Levo com uma bola na cabeça, com muitas nas canelas e outras tantas no resto do corpo. Calcam-me, empurram-me, chutam-me as pernas. Apanho a bola, aponto para a esquina do campo, acerto em alguém. Paramos, continuamos, acabamos. Recordamos, sentimos as dores, rimos. Apesar de tudo...Gosto!

Deito-me. Hoje devo dormir sempre seguidinho que nem uma pedra!

1 comentário:

Neuza disse...

Vais dormir tal e qual um tordo! *a